03 março 2017

Os filmes mais legais que ainda vão ser lançados esse ano

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O Poderoso Chefinho (30 de Março)

Um bebê falante que usa terno e carrega uma maleta misteriosa une forças com seu irmão mais velho invejoso para impedir que um inescrupuloso CEO acabe com o amor no mundo. A missão é salvar os pais, impedir a catástrofe e provar que o mais intenso dos sentimentos é uma poderosa força.



O Espaço Entre Nós (30 de Março)

O adolescente Gardner Elliot (Asa Butterfield) é o primeiro humano nascido em solo marciano. Mas ele deseja fazer uma viagem à Terra para conhecer a verdade sobre seu pai biológico, e sobre seu nascimento. Nesta jornada, ele tem o apoio de Tulsa (Britt Robertson).

Velozes & Furiosos 8 (13 de Abril)

Depois que Brian (Paul Walker) e Mia (Jordana Brewster) se aposentaram, e o resto da equipe foi exonerado, Dom (Vin Diesel) e Letty (Michelle Rodriguez) estão em lua de mel e levam uma vida pacata e completamente normal. Mas a adrenalina do passado acaba voltando com tudo quando uma mulher misteriosa (Charlize Theron) faz com que Dom retorne ao mundo do crime e da velocidade.

O Zoológico de Varsóvia (21 de Abril) 

Polônia, 1939. O zoológico de Varsóvia é mantido sob o comando de Jan Zabinski e cuidados de Antonina, sua esposa. Quando o país é invadido pelos nazistas, eles são forçados a se reportar para o zoologista, Lutz Heck. Logo, Jan e Antonina começam a trabalhar com a resistência e planejam salvar centenas de vidas ameaçadas pela invasão. 

Tudo e Todas as Coisas (15 de Junho) 

Ao longo da sua vida, uma adolescente viveu cheia de restrições e cuidados devido aos seus problemas de alergia a tudo que se possa imaginar. E agora, que ela se apaixonou pelo garoto que se mudou para a casa do lado? 

Meu Malvado Favorito 3 (29 de Junho) 

O ex-ator mirim e astro de TV, Balthazar Bratt, foi um típico malvado bem-sucedido nos anos 80 e agora está de volta à ativa. Ele vai aterrorizar a vida de Gru, Agnes, Margo, Edith, Dr. Nefario e os atrapalhados Minions. Em meio a tudo isso, Gru também vai encontrar o seu irmão gêmeo, Drew.

Planeta dos Macacos: A Guerra (13 de Julho)

Humanos e macacos cruzam os caminhos novamente. César e seu grupo são forçados a entrar em uma guerra contra um exército de soldados liderados por um impiedoso coronel. Depois que vários macacos perdem suas vidas no conflito, César luta contra seus instintos e parte em busca de vingança. Dessa jornada, o futuro do planeta poderá estar em jogo.

22 fevereiro 2017

Os acústicos mais supimpas no Live Lounge

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Vários artistas beeem conhecidos já tocaram no Live Lounge, que faz parte da rádio britânica BBC. Se você já viu os vídeos no canal do Youtube da rádio, já sabe o esquema: primeiro a pessoa canta uma música própria e depois toca uma de outro artista, geralmente de um gênero totalmente diferente do que o artista toca.

Já imaginou o Shawn Mendes cantando Fake Love, ou o Hozier cantando Problem? Sim, isso realmente aconteceu. Quando? Onde? No Live Lounge, claro! Pensando nisso, montei uma playlist com algumas (me segurei pra não abarrotar de música, hein?) das músicas cantadas lá que eu mais gostei.



That's My Girl (do Fifth Harmony), por The Vamps • Admita: antes mesmo de as meninas começarem a cantar aquela parte que diz "Who's been working so damn hard? You got that head on overload?" você já começa a se mexer! Mas o que dizer dessa versão super de boas que esses meninos fizeram? Fico incrível!

In The Name Of Love, por Bebe Rexha e Martin Garrix • Que essa música faz a gente se imaginar num show de música eletrônica não é novidade. Mas ver a Bebe cantando em acústico, e mais: fazendo a parte do instrumental com a própria voz? Gente, que linda!

Chandelier (da Sia), por The Scripts • Essa música geralmente dá vontade de sair dançando pela casa, mas com essa versão dá mesmo é vontade de colocar nos fones de ouvido enquanto fica na cama num dia frio, né?

We Don't Talk Anymore, por Charlie Puth • Tenho uma relação eterna de amor e ódio por essa música, porque ela sempre me deixa feliz e triste ao mesmo tempo. Sempre achei esse cara um amorzinho, e essa versão que só tem ele e o cara do violão tocando é mais amorzinho ainda.

Sumertimme Sadness (da Lana Del Rey), por Miley Cyrus • Gente. Gente. Gente. Quando ouvi essa versão maravilhosa dessa música deprê fiquei totalmente viciada. Lembram da Miley naquela época da Wrecking Ball?

Cake By The Ocean, por DNCE • Sabe aquela música que sempre tira a gente da bad? Pois bem, é essa mesmo. Até porque com Joe Jonas, Jack Lawless, Jin Joo e Cole Whittle juntos não tem como ficar na bad. Só se eles tocarem Jinx. Talvez nem assim.

Bad Blood (da Taylor Swift com o Kendrick Lamar), Por Alessia Cara • Difícil ver a meiga da Alessia como uma bad girl, né? Sim, ela conseguiu contagiar a música com a "meiguice" dela, mesmo cantando a parte do Kendrick!

***

E aí? Qual foi sua favorita?
Conta pra gente!

09 fevereiro 2017

5 alguma coisa • quotes de A Geografia de Nós Dois

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De todos os muitos livros que li esse ano que passou, A Geografia de Nós Dois foi com certeza um dos melhores. Escrito pela Jennifer E. Smith, traduzido pro português pela Glenda D'Oliveira, e lançado aqui no Brasil em julho do ano passado pela Editora Galera Record, o livro fala sobre a amizade entre Lucy e Owen, que se conhecem em um elevador de um prédio de luxo num blecaute que acaba deixando Nova York às escuras. Como nem tudo são flores sempre, eles acabam se distanciando por causa de algumas coisas que acontecem e começam a duvidar se aquela amizade  que havia se formado pode sobreviver a isso.

Como o livro é cheio de lugares e frases incríveis, separei 5 citações do livro que me fizeram refletir de algum modo pra compartilhar aqui com vocês 😊

Lucy por outro lado, sempre passara despercebida em sua escola; tinha um talento especial para se fazer invisível, algo que sempre lhe pareceu uma espécie de superpoder, uma coisa exclusivamente sua. Estar só nunca foi um peso. Em vez de colocá-la pra baixo, fazia com que flutuasse; quando estava sozinha, ficava mais leve. Quando era só ela com ela mesma, sentia-se irrefreável e livre.

Lucy Patterson sempre teve uma vida confortável. Filha mais nova de pais que vivem viajando pelo mundo e irmã dos gêmeos que dificilmente ficavam em casa (e que tinham se mudado e deixado sua vida um pouco mais vazia), ela acabou se acostumando com aquele tipo de solidão. Estudava na mesma escola desde sempre e aturava as colegas até onde dava. E ela se sentia bem com isso. Não tem nada de errado em não ser de muitos amigos, se os poucos que se têm valem a pena. 


Talvez fosse possível arrancar alguém da vida que conhecia e atirá-lo no meio de outro lugar, fazendo com que parecesse uma pessoa completamente diferente. Mas mesmo que esse fosse o caso, pensou Lucy, não era de fato como se a pessoa tivesse mudado - mudaram apenas o cenário e o elenco. Não é porque pintamos uma casa que a mobília ali dentro muda. Tinha que ser igual com as pessoas. No fundo,bem dentro dos seus corações, elas continuariam as mesmas, não importava onde estivessem, certo?

Recentemente tenho ouvido muito uma música da Shawn Mendes chamada Understand. Ela me fez lembrar um pouco dessa frase da Lucy, porque fala muito sobre tentar entender quem a gente é, e é justamente isso que acontece nessa parte do livro. Lucy percebe que tudo que ela tem passado faz ela amadurecer. Como o Shawn diz na música, "Because you change and not changing in a bad way. Just changing because that's what happens in life. You grow up. Everyone moves on. You're just learning. You stay true to yourself."


... e aquela lhe pareceu a forma mais verdadeira de gentileza, o tipo mais básico de amor: a preocupação com aquele que também se preocupa com você.

A distância entre Lucy e Owen acaba fazendo com que as coisas pareçam estranhas entre eles. Mas ela acaba percebendo que uma coisa não mudou: ele continuava se preocupando com ela, mesmo que eles não fossem tão próximos como antes. E acho que essa acaba sendo a melhor forma de mostrar que se ama alguém.


O silêncio entre ambos já se estendera tempo demais para fingirem que era algo além do que era. Não havia mais espaço para as palavras; tudo o que restava eram dois corações batendo.

Bom, acho que nem preciso dizer muito e isso vai ser bem clichê mas: às vezes nenhuma palavra é necessária pra se expressar. 


Owen também sorriu, deixando os olhos se fecharem, mas ainda assim continuava a vê-las, brilhando fortes trás das pálpebras. E, pela primeira vez em semanas, ele se sentiu aceso por dentro, mesmo nas noites mais escuras.
Depois da morte da mãe, Owen sente como se parte dele também tivesse morrido. A vida dele estava pra lá de cinza até que ele conhece Lucy, e ela acaba ajudando ele a sair da deprê. Interessante como uma pessoa consegue iluminar a gente às vezes, né?

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E aí, deu pra sentir um pouco da essência desse livro através desses quotes?

04 novembro 2016

As novidades bombásticas da Mary Kay pra novembro

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Imagem: Mary Kay
Mary Kay é uma marca de cosméticos inovadora, que está sempre nos surpreendendo com seus lançamentos. Acho que já falei aqui no blog sobre a linha de batons liquidos matte e a coleção primaveril da marca com a Pat Bo. E novembro já começou com várias coisas legais pra gente já ir colocando na nossa lista de desejos. Confere só:

Imagem: Mary Kay

Inspirado na modernidade fashionista italiana, Mary Kay lançou uma coleção de batom em bala com 11 cores poderosas que vão do nude ao vinho e acabamento matte, chamada Mattissimo. Acho que dispensa mais explicações, né?

E pra dar um tcham a mais aos lábios, também foram lançadas 4 novas cores ao lápis retrátil da marca. Com sua fórmula à prova d'água e cremosa, ele prolonga a durabilidade do batom e garante elegância ao look.

Imagem: Mary Kay
E também tem o Lip & Blush que, como o próprio nome indica, é 2 em 1. Em duas cores que combinam com vários tons de pele (Razzel Berry, que é tipo um roxinho; e Peach Pop, que é meio rosa meio laranja), o produto pode ser usado tanto como blush, como pra dar uma corzinha nos lábios, Prático e fácil de aplicar, dá pra levar essa belezinha em qualquer ocasião.




Quem aí também A-M-O-U essas novidades?
Elas não são por tempo limitado e é só correr até sua consultora mais próxima pra garantir o seu!
Conta pra gente: qual foi sua favorita?

28 outubro 2016

3 adaptações que estão longe de serem fieis aos livros

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Imagem: Tumblr
Ter uma paixão infinita por livros também tem algumas desvantagens, por incrível que pareça. Uma delas é quando o mesmo ganha uma adaptação cenográfica. A história é quase sempre a mesma: a gente fica super entusiasmado com a notícia, mas aos poucos vamos sentindo aquele medo de o filme não superar nossas expectativas e, por fim, sentimos uma onda frustração nos atingir depois de ver os créditos subindo na tela (ou até muito antes disso, na maioria das vezes).

Um dia desses eu fiz um post lá no Livrofilia falando sobre algumas cenas de A Culpa é das Estrelas que são um pouquinho diferentes no livro. É claro que eu tinha que citar algumas coisas que não estiveram no filme, mas que fazem toda diferença na história e simplesmente nem foram mencionadas.

Continuando nessa linha de raciocínio, listei alguns filmes que você não deve assistir de jeito nenhum se você for daqueles que fica super irritado com a diferença entre os dois. Acho que a maioria já assistiu ou leu algum deles, mas sinto que tenho que avisar que esse post vai ter um pouco de spoilers.
Imagens: Tumblr
Tinha que começar com Um Amor Para Recordar porque, gente, foi o primeiro filme baseado em livro que eu vi na vida. A adaptação deve ser só uns 30% fiel ao livro, no máximo. Ficou parecendo que alguém fez um resumão muito mal feito do livro, esquecendo de contar as melhores partes.

Pra começar, o Landon Carter original está muito longe de ser um bad boy. Prova disso é que ele até mesmo chega a se candidatar a presidente do grêmio estudantil no último ano do colégio. E é justamente isso que faz com que ele e Jamie Sullivan comecem a se falar fora da escola, fazendo a história se desenrolar. Aliás, tem resenha minha desse livro, caso você nunca tenha lido porque não gostou do filme, viu?

Imagens: Tumblr
Eu lembro que quando anunciaram que Cidades de Papel iria ganhar uma adaptação pro cinema, eu fiquei super feliz, principalmente por saber que o Nat Wolff iria interpretar o Q. Sério, era só ouvir o we're trying so hard to get it all right que meu coração batia forte. Mas é claro que, com um pouquinho de tempo, minha empolgação foi murchando e fui percebendo que estava me iludindo demais. E quando eu finalmente assisti o filme, um bom tempo depois do lançamento, vi que eu estava certa em dar um ponto nessa minha euforia toda.

Acho que o que mais fez o filme perder a essência do livro foi em não explicar o porque de a Margot ter sumido como é na história original. Sabe aquele cara morto que eles encontram no começo do filme? Pois é, ele é importante. Muito importante. E ok a Angela, namorada do Radar, ser um amorzinho de personagem, mas ela mal aparece no livro! E eu vou tentar não falar do final, porque foi o exato oposto do livro.

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Li a trilogia Divergente quando estava terminando o ensino médio, e lembro que quando terminei Convergente, ainda iriam lançar Insurgente, ou algo assim. Como uma pessoa bem vivida e com um pouco de experiência no quesito "se decepcionar com adaptações cinematográficas", eu nem criei tanta expectativa assim dessa vez.

Faz pouco tempo que assisti o, tecnicamente, último filme da saga e não me lembro de todos os detalhes do livro. As únicas certezas que eu tenho é que Tris Prior passa boa parte do tempo tentando entender o passado da mãe dela, que tem vários personagens super legais que não aparecem no filme (o irmão da Tori é um deles) e que o final não é daquele jeito. Fiquei me perguntando se é por isso que o filme não conquistou o público.

Mas e você? Tem alguma decepção desse tipo pra dividir com a gente?
Sinta-se livre pra compartilhar essa experiência!